Segue a segunda parte do vídeo sobre Inteligência Emocional.
Esse Blog é destinado aos alunos das disciplinas de Psicologia Escolar e Educacional e para disciplina Psicologia Escolar e Problemas de Aprendizagem. PEPA
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domingo, 17 de março de 2013
Inteligencia Emcional (lista de reprodução)
Vamos conhecer um pouco o que é a inteligência Emocional!
Assintam e comentem.
quarta-feira, 13 de março de 2013
Porto Editora | Educação 2013: Obrigado, Professor
Isso poderia ser também uma realidade do Brasil.
Quem sabe em breve!!!!
Quem sabe em breve!!!!
Onde chegamos na educação
Onde estamos!!!!!
Como cuidar da educação deste pais.
Onde chegamos!!!
Como cuidar da educação deste pais.
Onde chegamos!!!
12/03/2013 - 03h59
Professora é morta a facadas dentro de escola no
interior de SP
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DE SÃO PAULO
A professora Simone Lima, 27, morreu
após ser esfaqueada por um aluno dentro da Escola Estadual Joaquim Toledo
Camargo, em Itirapina (212 km de São Paulo), por volta das 19h de segunda-feira
(11).
Segundo a Polícia Militar, um aluno
entrou na sala dos professores, esfaqueou a mulher e fugiu. Ela foi levada pelo
Samu (Serviço Médico de Urgência) ao Hospital Municipal São José, onde morreu.
O suspeito do crime é um aluno da EJA
(Educação de Jovens e Adultos), que está foragido.
A PM fez buscas na região, mas até o
momento o suspeito ainda não foi preso.
Olá Galera.
Temos uma atividade para a aula de hoje.
Até agora só registrei um comentário. Solicito que participem das atividades para que nosso curso fique mais dinâmico. Ok.
Vejam esta reportagem do jornal de Brasilia
Temos uma atividade para a aula de hoje.
Até agora só registrei um comentário. Solicito que participem das atividades para que nosso curso fique mais dinâmico. Ok.
Vejam esta reportagem do jornal de Brasilia
Reforma do ensino médio deve usar novas tecnologias, dizem escolas particulares
Mariana Tokarnia
Da Agência Brasil, em Brasília
Da Agência Brasil, em Brasília
Uma reforma no ensino médio deve levar em consideração os meios digitais, defende a presidenta da Fenep (Federação Nacional das Escolas Particulares), Amábile Pacios. Em audiência pública, na Comissão Especial de Reformulação do Ensino Médio, Amábile disse que a etapa do ensino médio precisa de "uma mudança muito radical para o qual o país, nem na escola pública e nem na particular, está preparado". A mudança envolve uma aprendizagem aberta, com integração de conteúdos, intermediada pela tecnologia.
LEIA TAMBÉM
A comissão especial foi criada em maio do ano passado com o objetivo de apresentar uma proposta de alteração da legislação atual até o final deste ano. Além das audiências, a comissão deve agendar seminários a nível estadual e nacional. Nesta terça-feira (12), foi discutido o ensino privado. O segmento representa 15% das matrículas em ensino médio no país, de acordo com dados da Fenep.
De acordo com Amábile, a preocupação não deve ser apenas a integração das disciplinas – discutido em 1996 para a elaboração dos PCNEM (Parâmetros Curriculares Nacionais para o Ensino Médio), já disponíveis para a adoção pelas escolas – mas uma maior integração com os conteúdos digitais. As tecnologias "mudam a função dos professores. O aluno está com o conhecimento nas mãos, sem barreiras. E na internet, as disciplinas são integradas".
Para a deputada Professora Dorinha Seabra (DEM), a reestruturação dessa etapa do ensino está ligada à formação dos professores. "O retalhamento do currículo é algo presente na formação do professor. Nas universidades eles aprendem pouco do que vão aplicar em sala de aula. É possível constatar que muitas vezes os conteúdos que os alunos não sabem, não são dominados pelos professores".
Segundo o Censo da Educação Básica de 2011, do Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira), mais de 8,4 milhões estudantes estão no ensino médio público ou privado.
quarta-feira, 6 de março de 2013
Aula dia 13 de Março
Olá Turma. Boa Noite.
Depois de nossa discussão de hoje vejam a reportagem que saiu hoje sobre o ensino no Brasil.
Vamos discutir na próxima aula.
Depois de nossa discussão de hoje vejam a reportagem que saiu hoje sobre o ensino no Brasil.
Vamos discutir na próxima aula.
Total que aprende o mínimo de matemática no ensino
médio cai para 10%
Índice era 11% em
2009 e está no mesmo patamar há 12 anos. Considerada apenas a escola pública,
resultado é ainda pior: só 5% aprendem
Cinthia Rodrigues - iG São Paulo | 06/03/2013
12:19:08
Guilherme Lara Campos/Fotoarena
Ensino médio
fracassa há 12 anos
Ensino médio
Os índices do ensino
médio, etapa da educação que tem os piores resultados no Brasil , pioraram. De cada 100 pessoas que estavam para se formar em 2011
apenas 10 obtiveram na Prova Brasil resultados equivalentes ao mínimo esperado
em matemática. Dois anos antes, em
2009, esse total era de 11% . Os dados foram
apresentados nesta quarta-feira pela ONG Todos pela Educação, que estabeleceu
cinco metas para o ensino brasileiro e acompanha a evolução de índices
referentes a elas.
Frequência: Brasil tem 3,6 milhões de crianças e adolescentes fora da escola em 2011
Frequência: Brasil tem 3,6 milhões de crianças e adolescentes fora da escola em 2011
Resultado não melhora há 12 anos
Há 12 anos o ensino
médio forma cerca de 90% dos alunos sem saber o básico de matemática. Em Língua
Portuguesa, em que os resultados tinham uma trajetória um pouco mais animadora
entre 2005 e 2009, houve uma estagnação em 2011. Ao todo, 29% tiveram
resultados considerados minimamente satisfatórios (veja gráfico).
Porcentual que
aprendeu ao final do Ensino Médio
Linha mostra total
que sabe o mínimo desejado incluída escola pública e privada por ano de
formação
Todos pela Educação
Estagnação após o 5º ano
Os dados referentes
à evolução na aprendizagem dos alunos do 9º ano (antiga 8ª série) do ensino
fundamental também são ruins e podem ser indicativos de que não há previsão de
melhora no ensino médio se o percurso continuar como está. Pelo contrário, mesmo
alunos que apresentaram saltos positivos nos índices quando estavam no fim do
primeiro ciclo do ensino fundamental (5º ano) chegaram estagnados ao fim da
etapa, especialmente em matemática.
Desde 2005 há
saltos positivos consideráveis no ciclo 1 do fundamental. O total de alunos que
aprendem o adequado saiu de 15% em matemática em 2003 para 36% em 2011
(passando por 19% em 2005, depois 24%, em 2007 e 32%, em 2009). Ou seja, o
total dos que aprendem o mínimo nesta etapa mais do que dobrou.
No entanto, esses mesmos alunos não
estão obtendo igual êxito quando chegam ao final do fundamental. Quem estava no
5º ano em 2007, no meio deste percurso positivo, deveria estar em 2011 no 9º
ano, porém a melhora em matemática nesta etapa foi de apenas dois pontos
percentuais desde 2003. Dos 24% que sabiam o adequado de matemática em 2007, só
17% chegaram sabendo o mínimo no final do fundamental em 2011. “Não basta
avançar nos anos iniciais e imaginar que o aluno continuará, por inércia, tendo
bons resultados nos anos finais”, conclui o relatório de Olho nas Metas,
divulgado pelo Todos pela Educação.
As diretrizes ddos cursos de Psicologia
Olá galera.
Hoje em nossa aula vamos discutir o texto das diretrizes do curso de psicologia. Vou anexar novamente par que possamos discutir hoje em aula.
Olá Galera!
Hoje em nossa aula vamos discutir o texto das diretrizes do curso de psicologia. Vou anexar novamente par que possamos discutir hoje em aula.
Olá Galera!
Sejam bem vindos a
mais uma reflexão sobre a Psicologia da Educação
Quero falar com vocês hoje, sobre o curso de Psicologia,a formação e as
Habilidades e competências que vocês devem desenvolver ao longo da formação.
Em 19 de fevereiro de 2004, o Conselho Federal de Psicologia e o
Conselho Nacional de Educação aprovaram as diretrizes curriculares nacionais
para o curso de Psicologia.
Em primeiro lugar é necessário saber
que são as Diretrizes Curriculares. São orientações sobre
os princípios, fundamentos, procedimentos e planeamento para a implantação
de um curso de psicologia.
Quais os objetivos e metas de um curso de Psicologia e o que o
curso deve assegurar aos seus alunos:
1 ) Construção
e desenvolvimento do conhecimento científico em Psicologia.
2) Compreensão dos múltiplos referenciais que buscam apreender a
amplitude do fenômeno psicológico em suas interfaces com os fenômenos
biológicos e sociais.
3) Reconhecimento da diversidade de perspectivas necessárias para
compreensão do ser humano e incentivo à interlocução com campos de conhecimento
que permitam a apreensão da complexidade e multi determinação do fenômeno
psicológico.
4) Compreensão crítica dos fenômenos sociais, econômicos, culturais e
políticos do País, fundamentais ao exercício da cidadania e da profissão.
5) Atuação em diferentes contextos considerando as necessidades sociais,
os direitos humanos, tendo em vista a promoção da qualidade de vida dos
indivíduos, grupos, organizações e comunidades.
6) Respeito à ética nas relações com clientes e usuários, com colegas,
com o público e na produção e divulgação de pesquisas, trabalhos e informações
na área da Psicologia.
7) Aprimoramento e capacitação contínuos.
O curso de Psicologia, deve dar a oportunidade ao aluno ter
conhecimentos para o exercício de competências e habilidades
gerais:
a) Atenção à saúde: os profissionais devem estar aptos
a desenvolver ações de prevenção, promoção, proteção e reabilitação da saúde
psicológica e psicossocial, tanto em nível individual quanto coletivo, bem como
a realizar seus serviços dentro dos mais altos padrões de qualidade e dos
princípios da ética/bioética.
b) Tomada de decisões: o trabalho dos profissionais deve
estar fundamentado na capacidade de avaliar, sistematizar e decidir as condutas
mais adequadas, baseadas em evidências científicas;
c) Comunicação: os profissionais devem ser acessíveis e
devem manter os princípios éticos no uso das informações a eles confiadas, na
interação com outros profissionais de saúde e o público em geral.
d) Liderança: no trabalho em equipe multiprofissional, os
profissionais deverão estar aptos a assumirem posições de liderança, sempre
tendo em vista o bem estar da comunidade.
e) Administração e gerenciamento: os profissionais devem
estar aptos a tomar iniciativas, fazer o gerenciamento e administração tanto da
força de trabalho, dos recursos físicos e materiais e de informação, da mesma
forma que devem estar aptos a serem empreendedores, gestores, empregadores ou
lideranças na equipe de trabalho;
f) Educação permanente: os profissionais devem ser capazes
de aprender continuamente, tanto na sua formação, quanto na sua prática. e de
ter responsabilidade e compromisso com a sua educação e o treinamento/estágios
das futuras gerações de profissionais, estimulando e desenvolvendo a mobilidade
acadêmico/profissional, a formação e a cooperação através de redes nacionais e
internacionais.
Quando o CFP fala em competência, refere-se a desempenhos e
atuações requeridas do formado em Psicologia, e devem garantir ao profissional
um domínio básico de conhecimentos psicológicos e a capacidade de fazer uso
deste em diferentes contextos que exijam a investigação, análise,
avaliação, prevenção e atuação em processos psicológicos e psicossociais, e na
promoção da qualidade de vida. São elas:
a) Analisar o campo de atuação profissional e seus desafios
contemporâneos.
b) Analisar o contexto em que atua profissionalmente em suas dimensões
institucional e organizacional, explicitando a dinâmica das interações entre os
seus agentes sociais.
c) Identificar e analisar necessidades de natureza psicológica, diagnosticar, elaborar
projetos, planejar e agir de forma coerente com referenciais teóricos e
características da população-alvo.
d) Identificar, definir e formular questões de investigação científica
no campo da Psicologia, vinculando-as a decisões metodológicas quanto à
escolha, coleta, e análise de dados em projetos de pesquisa.
e) Escolher e utilizar instrumentos e procedimentos de coleta de dados
em Psicologia, tendo em vista a sua pertinência.
f) Avaliar problemas humanos de ordem cognitiva, comportamental e
afetiva, em diferentes contextos.
g) Realizar diagnóstico e avaliação de processos psicológicos de
indivíduos, de grupos e de organizações.
h) Coordenar e manejar processos grupais, considerando as diferenças
individuais e sócio-culturais dos seus membros.
i) Atuar inter e multiprofissionalmente, sempre que a compreensão dos
processos e fenômenos envolvidos assim o recomendar.
j) Relacionar-se com o outro de modo a propiciar o desenvolvimento de
vínculos interpessoais requeridos na sua atuação profissional.
k) Atuar profissionalmente, em diferentes níveis de ação, de caráter
preventivo ou terapêutico, considerando as características das situações e dos
problemas específicos com os quais se depara.
l) Realizar orientação, aconselhamento psicológico e psicoterapia;
m) Elaborar relatos científicos, pareceres técnicos, laudos e outras
comunicações profissionais, inclusive materiais de divulgação.
n) Apresentar trabalhos e discutir idéias em público.
o) Saber buscar e usar o conhecimento científico necessário à atuação
profissional, assim como gerar conhecimento a partir da prática profissional.
Para atingir tais Competências é necessário desenvolver
algumas Habilidades; tais como:
a) Levantar informação bibliográfica em indexadores, periódicos, livros,
manuais técnicos e outras fontes especializadas através de meios convencionais
e eletrônicos.
b) Ler e interpretar comunicações científicas e relatórios na área da
Psicologia.
c) Utilizar o método experimental, de observação e outros métodos de
investigação científica.
d) Planejar e realizar várias formas de entrevistas com diferentes
finalidades e em diferentes contextos.
e) Analisar, descrever e interpretar relações entre contextos e
processos psicológicos e comportamentais.
f) Descrever, analisar e interpretar manifestações verbais e não verbais
como fontes primárias de acesso a estados subjetivos.
g) Utilizar os recursos da matemática, da estatística e da informática
para a análise e apresentação de dados e para a preparação das atividades profissionais
em Psicologia.
O curso de Psicologia deve também orientar e exigir de seus alunos o
desenvolvimento de atividades individuais e grupais
que complementem a carga horária do curso, os alunos são responsáveis
por envolverem-se nestas atividades que devem incluir, entre
outras:
a) Aulas, conferências e palestras.
b) Exercícios em laboratórios de Psicologia.
c) Observação e descrição do comportamento em diferentes contextos.
d) Projetos de pesquisa desenvolvidos por docentes do curso.
e) Práticas didáticas na forma de monitorias, demonstrações e
exercícios, como parte de disciplinas ou integradas a outras atividades
acadêmicas;
f) Consultas supervisionadas em bibliotecas para identificação crítica
de fontes relevantes.
g) Aplicação e avaliação de estratégias, técnicas, recursos e
instrumentos psicológicos.
h) Visitas documentadas através de relatórios a instituições e locais
onde estejam sendo desenvolvidos trabalhos com a participação de profissionais
de Psicologia.
i) Projetos de extensão universitária e eventos de divulgação do
conhecimento, passíveis de avaliação e aprovados pela instituição.
j) Práticas integrativas voltadas para o desenvolvimento de habilidades
e competências em situações de complexidade variada, representativas do efetivo
exercício profissional, sob a forma de estágio supervisionado.
Os estágios supervisionados, o que são para que servem?
Segundo as Diretrizes curriculares, Os estágios supervisionados são
conjuntos de atividades de formação, programadas e diretamente supervisionadas
por docente da instituição formadora e buscam assegurar a consolidação e
articulação das competências estabelecidas. Além disso, os estágios
visam assegurar o contato do aluno com situações, contextos e diferentes
instituições, permitindo que os conhecimentos adquiridos ao longo do
curso, as habilidades e atitudes se concretizem em ações profissionais.
O estágio supervisionado básico incluirá o desenvolvimento de práticas
integrativas das competências e habilidades previstas na formação do psicólogo
ATENÇÃO: Todas as atividades de estágio supervisionado devem
ser documentadas de modo a permitir a avaliação, segundo parâmetros da
instituição, do desenvolvimento das competências e habilidades previstas.
A documentação integral é fundamental para a integralização do estágio.
Agora que cada um de vocês já conhecem as diretrizes, habilidades
e competências necessárias para a formação de um psicólogo, façam uma
reflexão sobre a sua formação. Você se sente preparado para iniciar um estágio
na área de Psicologia da Educação? Se sim quais as suas principais
habilidades. Se não, o que lhe falta? Como desenvolver as habilidades que lhe
faltam?
Poste suas respostas, com o nome completo. Ok.
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