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quarta-feira, 13 de março de 2013

Porto Editora | Educação 2013: Obrigado, Professor

Isso poderia ser também uma realidade do Brasil.
 Quem sabe em breve!!!!

Onde chegamos na educação

Onde estamos!!!!!
                              Como cuidar da educação deste pais.
                              Onde chegamos!!!

12/03/2013 - 03h59
Professora é morta a facadas dentro de escola no interior de SP
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DE SÃO PAULO
A professora Simone Lima, 27, morreu após ser esfaqueada por um aluno dentro da Escola Estadual Joaquim Toledo Camargo, em Itirapina (212 km de São Paulo), por volta das 19h de segunda-feira (11).
Segundo a Polícia Militar, um aluno entrou na sala dos professores, esfaqueou a mulher e fugiu. Ela foi levada pelo Samu (Serviço Médico de Urgência) ao Hospital Municipal São José, onde morreu.
O suspeito do crime é um aluno da EJA (Educação de Jovens e Adultos), que está foragido.
A PM fez buscas na região, mas até o momento o suspeito ainda não foi preso.
Olá Galera.
                 Temos uma atividade para a aula de hoje.
                  Até agora só registrei um comentário. Solicito que participem das atividades para que nosso curso fique mais dinâmico. Ok.
Vejam esta reportagem do jornal de Brasilia


Reforma do ensino médio deve usar novas tecnologias, dizem escolas particulares

Mariana Tokarnia
Da Agência Brasil, em Brasília
Uma reforma no ensino médio deve levar em consideração os meios digitais, defende a presidenta da Fenep (Federação Nacional das Escolas Particulares), Amábile Pacios. Em audiência pública, na Comissão Especial de Reformulação do Ensino Médio, Amábile disse que a etapa do ensino médio precisa de "uma mudança muito radical para o qual o país, nem na escola pública e nem na particular, está preparado". A mudança envolve uma aprendizagem aberta, com integração de conteúdos, intermediada pela tecnologia.
A comissão especial foi criada em maio do ano passado com o objetivo de apresentar uma proposta de alteração da legislação atual até o final deste ano. Além das audiências, a comissão deve agendar seminários a nível estadual e nacional. Nesta terça-feira (12), foi discutido o ensino privado. O segmento representa 15% das matrículas em ensino médio no país, de acordo com dados da Fenep.
De acordo com Amábile, a preocupação não deve ser apenas a integração das disciplinas – discutido em 1996 para a elaboração dos PCNEM (Parâmetros Curriculares Nacionais para o Ensino Médio), já disponíveis para a adoção pelas escolas – mas uma maior integração com os conteúdos digitais. As tecnologias "mudam a função dos professores. O aluno está com o conhecimento nas mãos, sem barreiras. E na internet, as disciplinas são integradas".
Para a deputada Professora Dorinha Seabra (DEM), a reestruturação dessa etapa do ensino está ligada à formação dos professores. "O retalhamento do currículo é algo presente na formação do professor. Nas universidades eles aprendem pouco do que vão aplicar em sala de aula. É possível constatar que muitas vezes os conteúdos que os alunos não sabem, não são dominados pelos professores".
Segundo o Censo da Educação Básica de 2011, do Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira), mais de 8,4 milhões estudantes estão no ensino médio público ou privado. 

quarta-feira, 6 de março de 2013

Aula dia 13 de Março

Olá Turma. Boa Noite.
 Depois de nossa discussão de hoje vejam a reportagem que saiu hoje sobre o ensino no Brasil.
 Vamos discutir na próxima aula.


Total que aprende o mínimo de matemática no ensino médio cai para 10%
Índice era 11% em 2009 e está no mesmo patamar há 12 anos. Considerada apenas a escola pública, resultado é ainda pior: só 5% aprendem
Cinthia Rodrigues - iG São Paulo | 06/03/2013 12:19:08
Guilherme Lara Campos/Fotoarena
Ensino médio fracassa há 12 anos
Ensino médio
Os índices do ensino médio, etapa da educação que tem os piores resultados no Brasil , pioraram. De cada 100 pessoas que estavam para se formar em 2011 apenas 10 obtiveram na Prova Brasil resultados equivalentes ao mínimo esperado em matemática. Dois anos antes, em 2009, esse total era de 11% . Os dados foram apresentados nesta quarta-feira pela ONG Todos pela Educação, que estabeleceu cinco metas para o ensino brasileiro e acompanha a evolução de índices referentes a elas. 

Frequência: Brasil tem 3,6 milhões de crianças e adolescentes fora da escola em 2011
Resultado não melhora há 12 anos
Há 12 anos o ensino médio forma cerca de 90% dos alunos sem saber o básico de matemática. Em Língua Portuguesa, em que os resultados tinham uma trajetória um pouco mais animadora entre 2005 e 2009, houve uma estagnação em 2011. Ao todo, 29% tiveram resultados considerados minimamente satisfatórios (veja gráfico).
Porcentual que aprendeu ao final do Ensino Médio
Linha mostra total que sabe o mínimo desejado incluída escola pública e privada por ano de formação
Todos pela Educação
Estagnação após o 5º ano
Os dados referentes à evolução na aprendizagem dos alunos do 9º ano (antiga 8ª série) do ensino fundamental também são ruins e podem ser indicativos de que não há previsão de melhora no ensino médio se o percurso continuar como está. Pelo contrário, mesmo alunos que apresentaram saltos positivos nos índices quando estavam no fim do primeiro ciclo do ensino fundamental (5º ano) chegaram estagnados ao fim da etapa, especialmente em matemática.
Desde 2005 há saltos positivos consideráveis no ciclo 1 do fundamental. O total de alunos que aprendem o adequado saiu de 15% em matemática em 2003 para 36% em 2011 (passando por 19% em 2005, depois 24%, em 2007 e 32%, em 2009). Ou seja, o total dos que aprendem o mínimo nesta etapa mais do que dobrou.
No entanto, esses mesmos alunos não estão obtendo igual êxito quando chegam ao final do fundamental. Quem estava no 5º ano em 2007, no meio deste percurso positivo, deveria estar em 2011 no 9º ano, porém a melhora em matemática nesta etapa foi de apenas dois pontos percentuais desde 2003. Dos 24% que sabiam o adequado de matemática em 2007, só 17% chegaram sabendo o mínimo no final do fundamental em 2011. “Não basta avançar nos anos iniciais e imaginar que o aluno continuará, por inércia, tendo bons resultados nos anos finais”, conclui o relatório de Olho nas Metas, divulgado pelo Todos pela Educação.

As diretrizes ddos cursos de Psicologia

Olá galera.
 Hoje em nossa aula vamos discutir o texto das diretrizes do curso de psicologia. Vou anexar novamente par que possamos discutir hoje em aula.


Olá Galera!
            Sejam bem vindos a mais uma reflexão sobre a Psicologia da Educação
           Quero falar com vocês hoje, sobre o curso de Psicologia,a formação e as Habilidades e competências que vocês devem desenvolver ao longo da formação.
            Em 19 de fevereiro de 2004, o Conselho Federal de Psicologia e o Conselho Nacional de Educação aprovaram as diretrizes curriculares nacionais para o curso de Psicologia.
       Em primeiro lugar é necessário saber  que são as Diretrizes Curriculares. São orientações sobre os princípios, fundamentos, procedimentos e planeamento para a implantação de um curso de psicologia.  
             Quais os objetivos e metas de um curso de Psicologia e o que o curso deve assegurar aos seus alunos: 

1 ) Construção e desenvolvimento do conhecimento científico em Psicologia.

2)  Compreensão dos múltiplos referenciais que buscam apreender a amplitude do fenômeno psicológico em suas interfaces com os fenômenos biológicos e sociais.
3) Reconhecimento da diversidade de perspectivas necessárias para compreensão do ser humano e incentivo à interlocução com campos de conhecimento que permitam a apreensão da complexidade e multi determinação do fenômeno psicológico.
4) Compreensão crítica dos fenômenos sociais, econômicos, culturais e políticos do País, fundamentais ao exercício da cidadania e da profissão.
5) Atuação em diferentes contextos considerando as necessidades sociais, os direitos humanos, tendo em vista a promoção da qualidade de vida dos indivíduos, grupos, organizações e comunidades.
6) Respeito à ética nas relações com clientes e usuários, com colegas, com o público e na produção e divulgação de pesquisas, trabalhos e informações na área da Psicologia.
7) Aprimoramento e capacitação contínuos.
O curso de Psicologia, deve dar a oportunidade ao aluno ter conhecimentos para o exercício de competências e habilidades gerais: 
a) Atenção à saúde: os profissionais devem estar aptos a desenvolver ações de prevenção, promoção, proteção e reabilitação da saúde psicológica e psicossocial, tanto em nível individual quanto coletivo, bem como a realizar seus serviços dentro dos mais altos padrões de qualidade e dos princípios da ética/bioética.
b) Tomada de decisões: o trabalho dos profissionais deve estar fundamentado na capacidade de avaliar, sistematizar e decidir as condutas mais adequadas, baseadas em evidências científicas;
c) Comunicação: os profissionais devem ser acessíveis e devem manter os princípios éticos no uso das informações a eles confiadas, na interação com outros profissionais de saúde e o público em geral.
d) Liderança: no trabalho em equipe multiprofissional, os profissionais deverão estar aptos a assumirem posições de liderança, sempre tendo em vista o bem estar da comunidade.
e) Administração e gerenciamento: os profissionais devem estar aptos a tomar iniciativas, fazer o gerenciamento e administração tanto da força de trabalho, dos recursos físicos e materiais e de informação, da mesma forma que devem estar aptos a serem empreendedores, gestores, empregadores ou lideranças na equipe de trabalho;
f) Educação permanente: os profissionais devem ser capazes de aprender continuamente, tanto na sua formação, quanto na sua prática. e de ter responsabilidade e compromisso com a sua educação e o treinamento/estágios das futuras gerações de profissionais, estimulando e desenvolvendo a mobilidade acadêmico/profissional, a formação e a cooperação através de redes nacionais e internacionais.
Quando o CFP fala em competência, refere-se a desempenhos e atuações requeridas do formado em Psicologia, e devem garantir ao profissional um domínio básico de conhecimentos psicológicos e a capacidade de fazer uso deste  em diferentes contextos que exijam a investigação, análise, avaliação, prevenção e atuação em processos psicológicos e psicossociais, e na promoção da qualidade de vida. São elas:
a)  Analisar o campo de atuação profissional e seus desafios contemporâneos.
b) Analisar o contexto em que atua profissionalmente em suas dimensões institucional e organizacional, explicitando a dinâmica das interações entre os seus agentes sociais.
c) Identificar e analisar necessidades de natureza psicológica, diagnosticar, elaborar projetos, planejar e agir de forma coerente com referenciais teóricos e características da população-alvo.
d) Identificar, definir e formular questões de investigação científica no campo da Psicologia, vinculando-as a decisões metodológicas quanto à escolha, coleta, e análise de dados em projetos de pesquisa.
e) Escolher e utilizar instrumentos e procedimentos de coleta de dados em Psicologia, tendo em vista a sua pertinência.
f) Avaliar problemas humanos de ordem cognitiva, comportamental e afetiva, em diferentes contextos.
g) Realizar diagnóstico e avaliação de processos psicológicos de indivíduos, de grupos e de organizações.
h) Coordenar e manejar processos grupais, considerando as diferenças individuais e sócio-culturais dos seus membros.
i) Atuar inter e multiprofissionalmente, sempre que a compreensão dos processos e fenômenos envolvidos assim o recomendar.
j) Relacionar-se com o outro de modo a propiciar o desenvolvimento de vínculos interpessoais requeridos na sua atuação profissional.
k) Atuar profissionalmente, em diferentes níveis de ação, de caráter preventivo ou terapêutico, considerando as características das situações e dos problemas específicos com os quais se depara.
l)  Realizar orientação, aconselhamento psicológico e psicoterapia;
m) Elaborar relatos científicos, pareceres técnicos, laudos e outras comunicações profissionais, inclusive materiais de divulgação.
n)  Apresentar trabalhos e discutir idéias em público.
o) Saber buscar e usar o conhecimento científico necessário à atuação profissional, assim como gerar conhecimento a partir da prática profissional.
 Para atingir tais Competências é necessário desenvolver algumas Habilidades; tais como: 
a) Levantar informação bibliográfica em indexadores, periódicos, livros, manuais técnicos e outras fontes especializadas através de meios convencionais e eletrônicos.
b) Ler e interpretar comunicações científicas e relatórios na área da Psicologia.
c) Utilizar o método experimental, de observação e outros métodos de investigação científica.
d) Planejar e realizar várias formas de entrevistas com diferentes finalidades e em diferentes contextos.
e) Analisar, descrever e interpretar relações entre contextos e processos psicológicos e comportamentais.
f) Descrever, analisar e interpretar manifestações verbais e não verbais como fontes primárias de acesso a estados subjetivos.
g) Utilizar os recursos da matemática, da estatística e da informática para a análise e apresentação de dados e para a preparação das atividades profissionais em Psicologia.
O curso de Psicologia deve também orientar e exigir de seus alunos o desenvolvimento de atividades individuais e grupais que complementem a carga horária do curso, os alunos são responsáveis por envolverem-se nestas atividades  que devem incluir, entre outras: 
a) Aulas, conferências e palestras.
b) Exercícios em laboratórios de Psicologia.
c) Observação e descrição do comportamento em diferentes contextos.
d) Projetos de pesquisa desenvolvidos por docentes do curso.
e) Práticas didáticas na forma de monitorias, demonstrações e exercícios, como parte de disciplinas ou integradas a outras atividades acadêmicas;
f) Consultas supervisionadas em bibliotecas para identificação crítica de fontes relevantes.
g) Aplicação e avaliação de estratégias, técnicas, recursos e instrumentos psicológicos.
h) Visitas documentadas através de relatórios a instituições e locais onde estejam sendo desenvolvidos trabalhos com a participação de profissionais de Psicologia.
i) Projetos de extensão universitária e eventos de divulgação do conhecimento, passíveis de avaliação e aprovados pela instituição.
j) Práticas integrativas voltadas para o desenvolvimento de habilidades e competências em situações de complexidade variada, representativas do efetivo exercício profissional, sob a forma de estágio supervisionado.
Os estágios supervisionados, o que são para que servem?
Segundo as Diretrizes curriculares, Os estágios supervisionados são conjuntos de atividades de formação, programadas e diretamente supervisionadas por docente da instituição formadora e buscam assegurar a consolidação e articulação das competências estabelecidas. Além disso, os estágios visam assegurar o contato do aluno com situações, contextos e diferentes instituições, permitindo que  os conhecimentos adquiridos ao longo do curso, as  habilidades e atitudes se concretizem em ações profissionais.
O estágio supervisionado básico incluirá o desenvolvimento de práticas integrativas das competências e habilidades previstas na formação do psicólogo
ATENÇÃO:  Todas as atividades de estágio supervisionado devem ser documentadas de modo a permitir a avaliação, segundo parâmetros da instituição, do desenvolvimento das competências e habilidades previstas. A documentação integral é fundamental para a integralização do estágio.
Agora que  cada um de vocês já conhecem as diretrizes, habilidades e competências necessárias para a formação de um psicólogo, façam uma reflexão sobre a sua formação. Você se sente preparado para iniciar um estágio na área de Psicologia da Educação? Se sim  quais as  suas principais habilidades. Se não, o que lhe falta? Como desenvolver as habilidades que lhe faltam? 
 Poste suas respostas, com o nome completo. Ok.